Autovistoria

 
 

Em cinco de março de 2013 entrou em vigor a Lei 6400/13 – com seus respectivos artigos e parágrafos – que determina: a realização periódica por autovistoria, a ser realizada pelos condomínios ou por proprietários dos prédios residenciais, comerciais e pelo poder público, nos prédios públicos, incluindo estruturas, fachadas, empenas, marquises, telhados e obras de contenção de encostas bem como em todas as suas instalações e cria Laudo técnico de vistoria predial (LTVP).


O propósito da inspeção é realizar vistoria visual, dentro de certas situações limitadoras a vistoria, para verificação das condições de conservação, estabilidade e segurança das estruturas, subsolos, fachadas, esquadrias, empenas, marquises e telhados, em suas instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias, eletromecânicas, de gás e de prevenção de incêndios e pânico e obras de contenção de encostas, analisando possíveis falhas e anomalias presentes e suas características, informando  o prazo para inicio e as medidas reparadoras e preventivas necessárias, atestando se o imóvel encontra-se em condições adequadas ou inadequadas de uso.









Ampla Experiência



Mais de 150 autovistorías realizadas


Alguns Condomínios vistoriados


Condomínio do Edifício Santa Tereza – Rua Joaquim Murtinho – Santa Teresa

Condomínio do Edifício Excellence – Av. dos Flamboyants da Península – Barra da Tijuca

Condomínio do Edifício Launa – Rua Visconde de Ouro Preto – Botafogo

Condomínio do Edifício Santa Alice – Rua Décio Vilares – Copacabana

Condomínio do Edifício Campanha – Rua Sorocaba – Botafogo

Condomínio do Edifício Eridano – Rua Macedo Sobrinho – Humaitá

Condomínio do Edifício Vinte de Março – Rua Vinte de Março – Lins de Vasconcelos




 

  Rua Evaristo de Veiga, 35 - Gr. 809 - Cinelândia - Centro - Rio de Janeiro - RJ - BRASIL - CEP: 20031-040

(+ 55 21) 2240-7340

VEJA O QUE DIZ O DECRETO Nº 37.426

§ 2º Estão desobrigadas a realizar a vistoria técnica periódica prevista na Lei Complementar nº 126/2013: 


I – As edificações residenciais unifamiliares e bifamiliares; 


II – Todas as edificações nos primeiros cinco anos após a concessão do “habite-se”; 


III – As edificações com até dois pavimentos e área total construída inferior a 1.000 m²; 


IV – As edificações situadas em Áreas de Especial Interesse Social.